segunda-feira, 19 de agosto de 2013

MOVIMENTOS PRÓ-INDEPENDENCIA

INCONFIDÊNCIA MINEIRA



O que foi

A Conjuração Mineira, também conhecida como Inconfidência Mineira, foi um movimento de caráter separatista, ocorrido em Minas Gerais no ano de 1789, cujo principal objetivo era libertar o Brasil do domínio português. O lema da Conjuração Mineira era “Liberdade, ainda que tardia”.

Principais integrantes da Conjuração Mineira (inconfidentes):

- Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier) – alferes, minerador e tropeiro
- Claudio Manuel da Costa – poeta
- Inácio José de Alvarenga Peixoto – advogado
- Tomás Antônio Gonzaga – poeta
- Francisco de Paula Freire de Andrade – coronel
- Carlos Correia – padre
- Oliveira Rolim – padre
- Francisco Antônio de Oliveira Lopes - coronel

Principais causas:

- Exploração política e econômica exercida por Portugal sobre sua principal colônia, o Brasil;

- Derrama: caso uma região não conseguisse pagar 1500 quilos de ouro para Portugal, soldados entravam nas casas das pessoas para pegar bens até completar o valor devido;

- A proibição da instalação de manufaturas no Brasil.

Objetivos principais:

- Obter a independência do Brasil em relação a Portugal;

- Implantar uma República no Brasil;

- Liberar e favorecer a implantação de manufaturas no Brasil;

- Criação de uma universidade pública na cidade de Vila Rica.

A Questão da Escravidão

Não havia consenso com relação à libertação dos escravos. Alguns inconfidentes, entre eles Tiradentes, eram favoráveis à abolição da escravidão, enquanto outros eram contrários e queriam a independência sem transformações sociais de grande impacto.

O fim da Conjuração Mineira

O movimento foi delatado por Joaquim Silvério dos Reis ao governador da província, em troca do perdão de suas dívidas com o governo. Os inconfidentes foram presos e condenados. Enquanto Tiradentes foi enforcado e teve seu corpo esquartejado, os outros foram exilados na África.






CONJURAÇÃO BAIANA



Cipriano Barata defensor da Conjuração BaianaUm importante movimento emancipacionista foi a Conjuração Baiana ou dos Alfaiates (1796), na qual a influência da Loja Maçônica “Cavaleiros da Luz” fornecia o sentido intelectualizado do movimento. Os seus líderes, Cipriano Barata, Francisco Muniz Barreto, Pe. Agostinho Gomes e tenente Hermógenses de Aguiar, contavam, no entanto, com uma boa participação de elementos provenientes das camadas populares, como os alfaiates João de Deus e Manuel Faustino dos Santos Lira ou os soldados Lucas Dantas e Luís Gonzaga das Virgens.

O liberal Cipriano Barata, médico da cidade de Salvador, foi um dos grandes defensores dos ideais separatistas e republicanos no Brasil, sofrendo constantes perseguições por parte das autoridades.

Este movimento apresenta um elemento que o diferencia dos demais, ocorridos na época: o seu caráter social mais popular, propugnando pela igualdade racial e contando com uma grande participação de mulatos e negros. Em 1799, no entanto, após devassa, os principais representantes das camadas mais simples foram enforcados, tendo sido os intelectuais absolvidos.


INDEPENDÊNCIA DO BRASIL - SÍNTESE




História da Independência do Brasil

A Independência do Brasil ocorreu em 7 de setembro de 1822. A partir desta data o Brasil deixou de ser uma colônia de Portugal. A proclamação foi feita por D. Pedro I as margens do riacho do Ipiranga em São Paulo.

Causas:

- Vontade de grande parte da elite política brasileira em conquistar a autonomia política;

- Desgaste do sistema de controle econômico, com restrições e altos impostos, exercido pela Coroa Portuguesa no Brasil;

- Tentativa da Coroa Portuguesa em recolonizar o Brasil.

Dia do Fico

- D. Pedro não acatou as determinações feitas pela Coroa Portuguesa que exigia seu retorno para Portugal. Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro negou ao chamado e afirmou que ficaria no Brasil.

Medidas pré independência:

Logo após o Dia do Fico, D. Pedro I tomou várias medidas com o objetivo de preparar o país para o processo de independência:

- Organização a Marinha de Guerra

- Convocou uma Assembleia Constituinte;

- Determinou o retornou das tropas portuguesas;

- Exigiu que todas as medidas tomadas pela Coroa Portuguesa deveriam, antes de entrar em vigor no Brasil, ter a aprovação de D. Pedro.

- Visitou São Paulo e Minas Gerais para acalmar os ânimos, principalmente entre a população, que estavam exaltados em várias regiões.

A Proclamação da Independência

Ao viajar de Santos para São Paulo, D. Pedro recebeu uma carta da Coroa Portuguesa que exigia seu retorno imediato para Portugal e anulava a Constituinte. Diante desta situação, D. Pedro deu seu famoso grito, as margens do riacho Ipiranga: “Independência ou Morte!”

Pós Independência

- D. Pedro I foi coroado imperador do Brasil em dezembro de 1822;

- Portugal reconheceu a independência, exigindo uma indenização de 2 milhões de libras esterlinas;

- Em algumas regiões do Brasil, principalmente no Nordeste, ocorreram revoltas, comandadas por portugueses, contrárias à independência do Brasil. Estas manifestações foram duramente reprimidas pelas tropas imperiais.

Referências: http://www.historiadobrasil.net/independencia/

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Aula dia 16/07

1808 e seus significados.

O dia em que Portugal fugiu para o Brasil.
Lilia Moritz Schwarcz

"O dia em que Portugal fugiu para o Brasil", retrata a transferência de uma casa real européia, a bordo de 15 navios, para o continente americano.





 Muitos historiadores acreditam que eles já tinham uma ideia formada na cabeça em relação a vim para o Brasil, e que foi proposital, resumindo, para alguns historiadores já era algo tramado pelos europeus, no texto que mostraremos a seguir tem explicando melhor isto.
Porém em relatos do texto, vemos que eles já tinham essa ideia de vim para o Brasil, porém quando tudo ocorreu foi mera coincidência do momento, pois eles sabiam que a tropa de Napoleão já estava próxima. Eles fugiram deixando vários objetos para traz e tumultuados, pois a tropa de Napoleão já estava perto, e eles pretendiam salvar suas vidas.

"gravando ainda mais a situação, famílias de camponeses, assustadas com as notícias de que os franceses estariam se aproximando, haviam abandonado tudo – “o trigo nos celeiros, o milho um nas eiras, outro nas terras, a fruta nas árvores, a uva nas vinhas, os gados dispersos (...) e cheias de aflição se refugiaram na capital, onde se acham receando não terem com que subsistir. Mas neste caso o remédio é recorrer aos amigos; estes são os Santos, e mais que todos o Santo dos Santos, Jesus Cristo. (...)" 



A Única Saída
"Marieta Pinheiro de Carvalho"


Transplantar o rei de Portugal para o Brasil e fundar aqui um “poderoso império” foi um plano cogitado em momentos de instabilidade política do governo português. Pelo menos uma vez em cada século, desde o Descobrimento, tal hipótese foi imaginada.

No fim de 1807 o que se viu foi uma fuga, uma fuga em massa de nobres que se apinharam no porto em busca de lugares nas naus que rumariam para o Brasil. Vários erros ocorreram durante a pós viagem, pois muitos pertences de quem estava na embarcação ficaram para trás, pertences de que não estavam nos navios foram neles, parentes ficaram separados, perdidos.

No que é falado no texto  ("O dia em que Portugal fugiu para o Brasil") se ressalta aqui, aonde muitos historiadores do séc. XX não acreditavam que essa fuga foi algo improvisado...


"Mas a impressão de retirada covarde e atabalhoada não se justifica. Historiadores do século XX demonstram que a transferência da Corte não foi nada improvisada. (...)"

E então, improvisada ou não?
Isto fica a critério do discernimento que cada um terá em relação a essa parte do 1808.



 Em solo baiano
 "Eduardo Borges"


Neste texto na revista de história mostra, a chegada dos portugueses ao Brasil, na cidade de Salvador, sua trajetória era para o Rio de Janeiro porém foi desviado...


"Em 9 de janeiro, uma forte tempestade fez a armada se dispersar, e embora algumas naus lograssem chegar à costa fluminense, a que levava o príncipe aportou na mesma região brasileira onde Pedro Álvares Cabral dera início à colonização, 308 anos antes: a Bahia. Mais precisamente sua capital, São Salvador da Bahia de Todos os Santos. (..)" 




O outro lado de 1808
     Guilherme Martins Costa e Marina Lemle


           Rio de Janeiro em 1808, as condições urbanas da cidade e de vida da sua população eram extremamente precárias, e com o aumento repentino das demandas, as carências ficaram mais evidentes: faltava água, comida e moradia.

          Não havia sistema de esgotos. Os restos da casa, do banheiro à cozinha, eram jogados na praia para que as marés lavassem, e tudo era transportado em tonéis em ombros escravos. As ruas eram escuras e perigosas. A água potável era escassa e o abastecimento de alimentos era deficitário, principalmente o de carnes, cujo consumo era um luxo só presente em poucas ocasiões festivas no ano.

          Com a vinda da corte, houve um rápido aumento de escravos, antes eram 9.602 cativos para 18.677. Os negros eram cerca de 3/4 da população. O que fez com que as ruas do Rio de Janeiro ficassem cheia de negros, escravos ou livres.

          Os escravos nessa época se alimentavam basicamente de farinha, feijão e charque, que eram os alimentos que seus senhores disponibilizava para os seus escravos. “Para eles (os escravos) a refeição era um ritual, e este separava homens e mulheres, que comiam alimentos diferentes.

          Nas ruas, em tendas armadas com ponto fixo em esquinas e praças, negras autorizadas pelo governo vendiam quitutes e refrescos, e outras especiarias.


Debret - Negra vendedora de caju.


            Muitos escravos trabalhavam na alfândega, carregavam produtos ou os seus senhores, vendiam quitutes, produziam e consertavam sapatos, trabalhavam em pedrarias e fábricas ou ainda exerciam atividades especializadas, como carpinteiros, metalúrgicos, barbeiros-cirurgiões.




Debret - Escravos carregadores.

           Muitos escravos não moravam nas residências dos seus senhores, mas em casas próximas ao centro da cidade, quartos alugados ou sublocados, cortiços e até mesmo quilombos. “Isso permitia que refizessem seus laços de afeto e familiares que haviam sido dissipados pelo escravismo.

          A vida para os escravos era muito difícil, pois muitos eram proibidos pela polícia de realizar jogos.

          A igreja "Católica" tinha muita influência e poder sobre as pessoas nessa época, pois a igreja obrigava as pessoas a seguirem essa religião, se não seguisse era decretada a prisão, e se seguissem outra religião, teria que fazer escondido. E todos teriam que se confessar ao menos uma vez por ano, se não o fizessem, o nome da pessoa era escrito em uma lista negra e podia ser preso. Mesmo com toda essa repressão religiosa os curandeiros não deixavam de praticar as sua atividades, pois ajudavam muito, as pessoas com um rendimento salarial baixo, pois as mesmas não tinham condições de pagar médicos.

           O conhecimento e a prática dos curadeiros eram formalmente desvalorizados, porém a população acreditavam nos seus curadeiros.



fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/o-dia-em-que-portugal-fugiu-para-o-brasil
http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/a-unica-saida
http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/em-solo-baiano
http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/o-outro-lado-de-1808





quinta-feira, 11 de julho de 2013

"A vizinhança em ebulição" - Mäder


*Independência - conquistas " na ponta a espada"

- Contexto: Ideias iluministas (Espanha e Colônia)
Guerras Napoleônicas -- Monarca da Dinastia

BoBon implementa reformas políticas e administrativas --> Objetivava recuperar a prosperidade econômica e a supremacia política da Espanha.

- Descontentamento da elite colonial criola
- Debate: soberania/ representação política/ ideia de nação/

Nova Contistuição à Monarquia (Reformas)

-A constituição de Cádiz (Espanha) - participação de deputados do "Novo Mundo" -- ares liberais
-Abolição das instituições senhoriais, inquisição, tributos forçados (mita)
-restrição ao poder do rei -- Cortes com poder de decisão final
-Direito ao voto/ homens exceto de ascendência africana - sem exigência de alfabetização.
Tais medidas não foram suficientes para conter as guerras civis desenrroladas desde 1810, haja vista as de
divisões entre as elites, as antipatias regionais e tensões sociais.


II UNIDADE - Independência Latino Americana

Aula referente ao dia: 25/06/13

INDEPENDÊNCIA LATINO AMERICANA (RESUMO)

* Contexto Internacional
- Liberalismo/ burguesia/ capitalistas - Imperialismo Francês na Europa

*As guerras Napoleônicas (França x Inglaterra)
- Bloqueio continental, 1806

-Crise política na espanha
-Transferência da família real portuguesa para o Brasil.

-Derrota de Napoleão, 1915
-Brasil, reino unido à Portugal e Algavre

-Impactos provocados pela chegada da Familia Real Portuguesa ao Brasil
-Fim do monopólio/ tratado de 1810 (Favoreceu a Inglaterra) --> Fim da velha política mercantilista/ colonização

Burocracia Estatal:
-imprensa
-bancos
-universidades

-Possibilidade de criação de fábricas (Legislação)

*Revoluções/ Movimentos Pró-Independência

Exemplos:

Emboabas (1708)
A guerra dos mascates (1710)
A inconfidência mineira (1789)
Conjuração dos Alfaiates (1798)

Mais sobre movimentos Pró-Independência --> http://www.pitoresco.com/historia/rocha07b.htm



quarta-feira, 12 de junho de 2013

REVOLUÇÃO FRANCESA


Contexto Histórico: A França no século XVIII 
A situação da França no século XVIII era de extrema injustiça social na época do Antigo Regime. O Terceiro Estado era formado pelos trabalhadores urbanos, camponeses e a pequena burguesia comercial. Os impostos eram pagos somente por este segmento social com o objetivo de manter os luxos da nobreza.
A França era um país absolutista nesta época. O rei governava com poderes absolutos, controlando a economia, a justiça, a política e até mesmo a religião dos súditos. Havia a falta de democracia, pois os trabalhadores não podiam votar, nem mesmo dar opiniões na forma de governo. Os oposicionistas eram presos na Bastilha (prisão política da monarquia) ou condenados à morte.













A sociedade francesa do século XVIII era estratificada e hierarquizada. No topo da pirâmide social, estava o clero que também tinha o privilégio de não pagar impostos. Abaixo do clero, estava a nobreza formada pelo rei, sua família, condes, duques, marqueses e outros nobres que viviam de banquetes e muito luxo na corte. A base da sociedade era formada pelo terceiro estado (trabalhadores, camponeses e burguesia) que, como já dissemos, sustentava toda a sociedade com seu trabalho e com o pagamento de altos impostos. Pior era a condição de vida dos desempregados que aumentavam em larga escala nas cidades francesas.
A vida dos trabalhadores e camponeses era de extrema miséria, portanto, desejavam melhorias na qualidade de vida e de trabalho. A burguesia, mesmo tendo uma condição social melhor, desejava uma participação política maior e mais liberdade econômica em seu trabalho.

A Revolução Francesa (14/07/1789)

A situação social era tão grave e o nível de insatisfação popular tão grande que o povo foi às ruas com o objetivo de tomar o poder e arrancar do governo a monarquia comandada pelo rei Luis XVI. O primeiro alvo dos revolucionários foi a Bastilha. A Queda da Bastilha em 14/07/1789 marca o início do processo revolucionário, pois a prisão política era o símbolo da monarquia francesa.
O lema dos revolucionários era "Liberdade, Igualdade e Fraternidade ", pois ele resumia muito bem os desejos do terceiro estado francês.
Durante o processo revolucionário, grande parte da nobreza deixou a França, porém a família real foi capturada enquanto tentava fugir do país. Presos, os integrantes da monarquia, entre eles o rei Luis XVI e sua esposa Maria Antonieta foram guilhotinados em 1793. O clero também não saiu impune, pois os bens da Igreja foram confiscados durante a revolução.
No mês de  agosto de 1789, a Assembleia Constituinte cancelou todos os direitos feudais que existiam e promulgou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Este importante documento trazia significativos avanços sociais, garantindo direitos iguais aos cidadãos, além de maior participação política para o povo.

Girondinos e Jacobinos
Após a revolução, o terceiro estado começa a se transformar e partidos começam a surgir com opiniões diversificadas. Os girondinos, por exemplo, representavam a alta burguesia e queriam evitar uma participação maior dos trabalhadores urbanos e rurais na política. Por outro lado, os jacobinosrepresentavam a baixa burguesia e defendiam uma maior participação popular no governo. Liderados por Robespierre e Saint-Just, os jacobinos eram radicais e defendiam também profundas mudanças na sociedade que beneficiassem os mais pobres.

A Fase do Terror 
 Maximilien de Robespierre: defesa de mudanças radicais

Em 1792, os radicais liderados por Robespierre, Danton e Marat assumem o poder e organização as guardas nacionais. Estas recebem ordens dos líderes para matar qualquer oposicionista do novo governo. Muitos integrantes da nobreza e outros franceses de oposição foram condenados a morte neste período. A violência e a radicalização política são as marcas desta época.

A burguesia no poder
Napoleão Bonaparte: implantação do governo burguês 

Em 1795, os girondinos assumem o poder e começam a instalar um governo burguês na França. Uma nova Constituição é aprovada, garantindo o poder da burguesia e ampliando seus direitos políticos e econômico. O general francês Napoleão Bonaparte é colocado no poder, após o Golpe de 18 de Brumário (9 de novembro de 1799) com o objetivo de controlar a instabilidade social e implantar um governo burguês. Napoleão assume o cargo de primeiro-cônsul da França, instaurando uma ditadura.

Conclusão
A Revolução Francesa foi um importante marco na História Moderna da nossa civilização. Significou o fim do sistema absolutista e dos privilégios da nobreza. O povo ganhou mais autonomia e seus direitos sociais passaram a ser respeitados. A vida dos trabalhadores urbanos e rurais melhorou significativamente. Por outro lado, a burguesia conduziu o processo de forma a garantir seu domínio social. As bases de uma sociedade burguesa e capitalistaforam estabelecidas durante a revolução. Os ideais políticos (principalmente iluministas) presentes na França antes da Revolução Francesa também influenciaram a independência  de alguns países da América Espanhola e o movimento de Inconfidência Mineira no Brasil.

INTRODUÇÃO À REVOLUÇÃO AMERICANA

Aula: 04/06/2013
Parte da grande revolução que mudou os destinos da civilização ocidental no final do século XVIII, a guerra da independência dos Estados Unidos (revolução americana) abriu uma nova era na história da humanidade. E o país surgido desse movimento libertário tornou-se modelo e inspiração para as colônias ibero-americanas em seu desejo de emancipação das potências colonizadoras.

 Origens: Dá-se o nome de revolução americana à luta das colônias estabelecidas na América do Norte, para se tornar independentes da Grã-Bretanha. Vitoriosas, as colônias passaram a constituir uma república independente, estabelecida com base em princípios democráticos que, pela primeira vez, ganhavam forma estatal. Iniciada em 1607, a emigração inglesa para a América do Norte deu origem à formação de colônias, que em 1732 já eram 13. Entre as causas que concorreram para a guerra de independência (de 1775 a 1781) figura o abandono em que estas se encontravam. Os colonos tinham, por isso, que resolver sozinhos seus problemas, o que lhes dava uma posição de autonomia em relação ao governo metropolitano. Além disso, os ingleses não estavam bem a par das condições das colônias e, preocupados com os próprios problemas, não lhes dedicavam muita atenção.


Referência: http://www.grupoescolar.com/pesquisa/revolucao-americana.html